quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

O MOVER DE DEUS por David Wilkerson


É DEUS EXISTE SIM E GENUINAMENTE NOS DEU E CONTINUA A DAR COM MUITA MISERICÓRDIA OPORTUNIDADES ESPECIAIS DA VERDADE DE JESUS E PRA QUE NÓS IGREJA DE CRISTO SE ARREPENDA E SE APROXIME DE DEUS, NÃO É TARDE POR ISSO LIGADOS NO DISCERNIMENTO QUE O ESPÍRITO SANTO NOS ESCLARECE DEVEMOS TER...







Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=NEiD6FgjEYM

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Tempo de quê???

Quando se abre a Bíblia encontra-se um Deus comprometido com a história humana. Um Deus que ouve o clamor de um povo em sofrimento, um Deus que enxerga ovelhas sem pastor e se comove. Enfim, um Deus que ama. Há diversas intervenções divinas, misericordiosas, a fim de que haja alívio, libertação e salvação. Até que com o nascimento de Jesus, a encarnação do próprio Deus, a mensagem fica mais evidente – o verbo se faz carne (Jo 1.14), e tudo o que se via era graça e verdade.
Em tempos de crise ética, política, econômica, o que esperar? Como agir? Que leitura fazer? Há lição de casa para todo aquele que se diz cristão, afinal, o que não falta é manipulação. Entretanto, ao ver esse Deus da Bíblia, somos inspirados a orar, cheios de esperança.
Nenhuma dor é ignorada, nenhum sofrimento é desconhecido de Deus. As soluções não são mágicas, uma longa trajetória parece ainda nos aguardar, e, fazemos parte daquilo que construímos. Mas, qual o lugar da oração nesses dias.
Mais do que orar por vingança dentro de nossa leitura limitada, de suposta justiça aos nossos olhos turvos, é colocar-se diante de Deus com um coração disposto a ouvir e reconhecer Deus mesmo em tempos difíceis.
Preocupados com o futuro, entregues à ansiedade, engasgamos com o presente, não digerimos o cotidiano, e o mal estar se instala. Abre-se as portas para o desespero, a língua para uma crítica que pouco propõe, sem sabedoria e sem respeito.

Davi, em tempos difíceis, ora e diz: “Contaste os meus passos quando sofri perseguições; recolheste as minhas lágrimas no teu odre; não estão elas inscritas no teu livro? Em Deus, cuja palavra eu louvo, no Senhor, cuja palavra eu louvo, neste Deus ponho minha confiança e nada temerei. Que me pode fazer o homem?” (Sl 56.8,10-11). A oração tem o potencial de nos reorientar, nos trazer paz, nos tratar, nos ajudar a reconhecer e bendizer a Deus.
Salomão, filho de Davi, também ora e numa noite ouve o Senhor, que lhe diz: “se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, orar e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos…” (II Cr 7.14). O que nos indica a necessidade de orarmos, e que enquanto o fazemos, podemos reconhecer quem somos, a quem verdadeiramente buscamos e entrarmos, ou prosseguirmos, num profundo processo de conversão.
O teólogo Karl Barth dizia que “entrelaçar as mãos em oração é o começo de uma revolução contra a desordem do mundo”. O pastor e professor Eugene Peterson faz a seguinte colocação: “uma vida de oração nos obriga a lidar com a realidade do mundo e de nossas próprias vidas a uma profundidade e a um nível de honestidade raramente experimentados pelos que não oram, além de muita daquela realidade que, certamente, evitaríamos se nos fosse possível”. E o escritor Philip Yancey, comenta que “na oração ficamos perante Deus para interceder por nossa situação, bem como pela situação dos que nos rodeiam. Nesse processo, o ato da oração me dá coragem para participar do trabalho de transformar o mundo num lugar em que a vontade do Pai é de fato feita como é no céu. Afinal, somos o corpo de Cristo na Terra; ele não tem outras mãos a não ser as nossas. E, contudo, para agirmos como Corpo de Cristo, precisamos de uma ligação ininterrupta com a Cabeça [Jesus]”. Ou seja, a oração nos leva a olhar mais uma vez, atentamente, a Jesus. A oração nos conduz a uma observação mais profunda da atitude de Jesus diante da corrupção, da miséria humana, diante dos negligenciados e privilegiados.
Fonte: http://www.lagoinha.com/ibl-vida-crista/tempo-de-que/

Profetizando contra o cansaço

Os motivos são diversos: ansiedade, estresse, decepções, e muitos outros. Mas o fato é que o cansaço surge em nossas vidas e pode causar danos muito graves, e precisamos aprender a lidar com ele, para que nossas vidas sejam guardadas.
O cansaço pode ser físico devido a muitas atividades que podemos estar desenvolvendo. Contudo, ele pode ter uma razão espiritual, ou, ainda que físico, afetar a nossa vida espiritual. Se estamos muito cansados, rapidamente não temos fôlego para orar, e assim começamos um declínio que não precisávamos passar em nossas vidas.
Independentemente das razões, todos passamos por momentos assim e precisamos buscar em Deus um cuidado específico com as nossas vidas a esse respeito.
Há uma dualidade referente ao cansaço que precisamos entender. Por um lado, o cansaço é favorável, em alguns aspectos. Sim, pois nos faz reagir àquilo que devemos deixar, liberando e removendo isso das nossas vidas.
Por outro lado, existem coisas que temos que continuar a produzir e jamais deixar. O cansaço nunca deve nos roubar aquilo que é o propósito de Deus para as nossas vidas. Mas o problema é que retemos o que não deveríamos e liberamos o que o jamais poderíamos.
O cansaço nos leva a proferir palavras de maldição a respeito de nós mesmos, dos outros, do nosso ministério. Usamos as nossas bocas para profetizar aquilo que não deveríamos.
Nós precisamos abrir a nossa boca a favor do mundo e não contra ele. Os lábios servem para declarar bençãos e vida, e não maldição e morte.
Existem momentos em que chegamos ao nosso limite e temos, ainda que falsa, uma forte convicção de que não vamos mais conseguir sair desse momento de fadiga. Então, precisamos nos fortalecer no Senhor para ultrapassar esse limite.
“Cinja os lombos de força e fortalece os braços. (…) A força e a dignidade são os seus vestidos, e, quanto ao dia de amanhã, não tem preocupações”. (Pv 31:17,25)
Perceba que conselhos preciosos o Senhor nos dá nesse texto: nos vestir de força e dignidade e nos libertar de preocupações com o dia de amanhã.
Percebemos um momento semelhante na vida do profeta Ezequiel. No capítulo 37, ele é levado a um lugar onde há um vale com muitos ossos secos, um exército morto e deteriorado, como muitas áreas das nossas vidas podem estar hoje.
Mas Ezequiel, movido pelo Espírito, começou a liberar palavras que levaram aquele exército à vida. Precisamos compreender o poder criador que a Palavra de Deus produz em nós. E, se há poder em nossas palavras, elas não devem causar destruição.
Podemos e devemos nos abrir ao Deus que sonda o nosso coração e ao qual pertencemos e dizer sobre o nosso cansaço e esgotamento. Contudo, o cuidado deve estar em não liberarmos palavras de maldição sobre as nossas vidas.
Podemos até ter razão em pensar que não há mais como surgir vida nessa situação; que não há mais nenhuma possibilidade de nascer algo novo em determinadas áreas. Podemos estar certos quanto a isso. A questão aqui não é negar a realidade, mas crer no poder sobrenatural de Deus.
“Portanto, quem quiser amar a vida e ver dias felizes, refreie a sua língua do mal e os seus lábios da falsidade”. (I Pe 3:10)
Não sei pelo que tem passado, mas te convido a profetizar sobre isso pela parte do Senhor. Declare sobre esses ossos secos palavras de vida e de transformação.
“Porque derramarei água sobre o sedento, e rios sobre a terra seca; derramarei o meu Espírito sobre a tua posteridade, e a minha bênção sobre os teus descendentes. E brotarão como a erva, como salgueiros junto aos ribeiros das águas”; (Is 44:3-4)
Fonte: http://www.lagoinha.com/ibl-vida-crista/profetizando-contra-o-cansaco/

Porque Deus não impede o mal...?!


quarta-feira, 13 de maio de 2015

Ler a Bíblia é Preciso...


Navegadores da antiguidade diziam “Navegar é preciso, viver não é preciso”, porém para nós, que pertencemos ao Senhor Jesus cremos que o navegar só é preciso quando temos o Senhor na direção e que o nosso viver só tem sentido se tivermos a Palavra de Deus como guia. Para 65% dos brasileiros esse quadro é uma realidade, pois leem a Bíblia diariamente. Esse dado foi constatado por meio de pesquisa elaborada pelo Instituto Pró-livro que avaliou a intensidade, forma, motivação e condições de leitura da população brasileira.



As Sagradas Escrituras também aparecem na pesquisa como a obra mais marcante para os brasileiros e apenas 10% dos lares, no país, não possui Bíblias. Esse estudo demonstra que a Palavra de Deus tem alcançado mais pessoas e famílias. Entretanto, pelo fato de haver 41,1 milhões de pessoas que leem, estudam e meditam na Palavra não podemos nos conformar, pelo contrário, o nosso desejo deve ser o de aprender e conhecer mais do Senhor e de fazê-lo conhecido. De acordo com o pastor Augusto Cornélio, do projeto Bíblia na Ponta da Língua, a Palavra é importantíssima para a manutenção da vida espiritual do crente. “A leitura da Bíblia é essencial para o crescimento e para vida da pessoa. Nós podemos comparar essa leitura à alimentação. A pessoa não vive sem alimento ela precisa dele para viver, a mesma coisa acontece em relação à Palavra, sem ela a pessoa não vive, não“tem saúde e não tem nada, pois esse alimento proporciona vida, saúde e longevidade.” O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento” declara o Senhor em Oseias 4.6. A destruição física, emocional, psicológica e espiritual pode vir na vida daqueles que negligenciarem a leitura bíblica. Não é possível desfrutar de um viver abundante sem conhecer o que Deus tem reservado para os filhos que Ele ama. Infelizmente, ainda existem pessoas que abrem a Bíblia só quando vão aos cultos aos domingos. Porém, o Senhor deseja falar com seus filhos todos os dias e em todo o tempo, por isso, se você o ama, ame conhecer e aprender os mandamentos dele, é o que afirma o Pr. Cornélio. “Amar a Palavra é uma maneira de amar a Deus e as pessoas. Precisamos ter mais carinho com Deus ouvindo e praticando. Se habituar a ler a Bíblia é uma forma de demonstrar o amor por Aquele que nos criou e nos amou, tem saúde e não tem nada, pois esse alimento proporciona vida, saúde e longevidade.”

Fonte: Desconhecido

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Palavras que desenvolve-nos Espiritualmente...



"nada pode abalar o Reino de DEUS até as coisas que o inimigo tenta fazer, acabam trazendo a glória de DEUS porque Ele é Santo, ImbatÍvel, Indestrutível, Incorruptível, Ele é Extraordinário Glorificado........." Marcos Erica



"Aleluias será cantada por todos em toda face da terra sob o comando do Senhor, os santos e os anjos lá na glória esperam para ouvir a boa nova de que Jesus e seus escolhidos estarão chegando". Tradução de Música Cristã






quinta-feira, 5 de março de 2015

BORRÕES

A cidade me parece tão despreocupada com o vai e vem de um corre-corre desenfreado e seus pequenos lampejos de raios de sol que tentam abrir espaço entre as nuvens densas.
Estou como um observador sentado em uma das poltronas do ônibus que faz o traslado até o aeroporto. Ninguém está na poltrona ao meu lado; tenho pessoas ao meu redor, porém, tudo inspira solidão. A companhia é a música que desperta meus sentidos e tenta dar um pouco de significado ao caminho que me levará a mais um destino.

Um olhar atento e percebo que os “companheiros” são os celulares, enquanto as pessoas estão lado a lado, cheias de suas próprias histórias, possibilidades de uma boa conversa. Nesse momento, em mim brota um desejo de dizer “chega! Onde todos nós escondemos nossa humanidade?”. Seremos escravos de um sistema programado para isolar, fazer produzir e perder a sensibilidade?
Finalmente, chego ao aeroporto e minha surpresa é apenas um aumento incontável de dispositivos móveis, corredores e seus engravatados, famílias, atletas (será que rola um artista?). Sim, escuto algumas poucas conversas; todas elas carregadas de uma agenda apertada, de um atraso no voo, desinformações, troca de portão… E a vida segue.
Segue para aonde? Para cada vez mais longe do outro, para a falsa ilusão de que minha vida está caminhando e ter tempo com o outro é, na verdade, perder tempo?
Pressa, pressa mais depressa, e assim vamos nos permitindo ser envolvidos e muitas vezes engolidos pela máquina opressora e fadada ao fracasso com cara de sucesso; afinal de contas, o mundo não pode parar.
Parar, isso sim seria interessante. E se tudo parasse numa pane geral e eu e você nos víssemos cercados apenas pelo outro? Será que faltariam palavras, não saberíamos lidar com a situação do olho no olho, do ter que se desconectar do mundo virtual e viver a vida real?
Seria exagero de minha parte ou a constatação é que, na realidade, caminhamos para trás como humanidade e as relações estão se tornando frias, instáveis e passageiras?

Diante desse quadro cheio de borrões, convoco os conscientes a não permitirem que esse seja o resumo da ópera de nossos dias.
:: Jeverton Ledo – Ultimato
FONTE: http://www.lagoinha.com/ibl-vida-crista/borroes/

sábado, 27 de dezembro de 2014

Se não escaparmos do pecado, não escaparemos do choro

Se quisermos chorar menos, temos de pecar menos. Existe uma relação entre choro e pecado. Seja pecado próprio, seja pecado dos outros. Seja pecado recente, seja pecado remoto. Naturalmente, o pecado de grande vulto provoca muito mais lágrimas que o pecado de menos gravidade. Mas, se não escaparmos do pecado, não escaparemos das lágrimas.
Em suas memórias, ao saber em primeira mão que a cidade de seus antepassados ainda estava em ruínas, Neemias escreve: “Quando ouvi isso, eu me sentei e chorei. Durante alguns dias, eu fiquei chorando e não comi nada” (Ne 1.4). No ano 586 antes de Cristo, o exército de Nabucodonozor, rei da Babilônia, entrou em Jerusalém e incendiou o Templo de Salomão, o palácio do rei e as casas das pessoas mais importantes da cidade, além de derrubar suas muralhas e levar para fora do país boa parte de sua população (Jr 52.12-34). Essa tragédia sem igual aconteceu por causa do pecado dos reis e do povo de Israel, como os profetas anunciaram repetidas vezes e com bastante antecedência.
Personagens importantes choraram amargamente depois de terem pecado contra Deus. O que aconteceu com Pedro quando o galo cantou na casa de Caifás? Marcos conta: “Então Pedro caiu em si e começou a chorar” (14.72). Os dois outros Evangelhos Sinóticos são mais enfáticos: “Então Pedro saiu dali e chorou amargamente” (Mt 26.75; Lc 22.62).

O advérbio “amargamente”, relacionado com o sofrimento causado pelo pecado, aparece pelo menos mais uma vez na Bíblia. Na época dos juízes, todas as tribos de Israel choraram amargamente na presença de Deus (Jz 21.2). E não era para menos, pois o povo cometeu uma longa série de erros para corrigir o brutal abuso contra uma mulher em trânsito pela cidade benjamita de Gibeá, a ponto de deixá-la morta em frente à porta da casa onde ela havia se hospedado. O pecado dos rapazes que cometeram a violência sexual acabou provocando uma guerra civil que matou 65 mil soldados e a população masculina de Gibeá (Jz 19.1-20.48). Depois de tal pecado, o que se poderia fazer, senão chorar amargamente?
Chora-se imediatamente após o pecado ou algum tempo depois por causa do peso da mão do Senhor sobre a cabeça do pecador, por causa do remorso, por causa do arrependimento, por causa das consequências naturais, por causa da vergonha do pecado cometido diante da família, da igreja e da sociedade, por causa do castigo infligido em vida pelos homens e por Deus.

Quanto mais vincularmos o pecado ao choro, melhor será para o gênero humano. É um benefício que se presta ao pecador. É uma prova de amor que se lhe dá. É uma pregação do evangelho. Porque, além de todos os choros que acontecem dentro do tempo, há outro choro, do outro lado da vida terrena. Um choro diferente, que não passa, não acaba, não termina. É o choro eterno, provocado pelo pecado não assumido, não confessado, não colocado nos ombros do “Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”, não perdoado, não redimido. É impressionante o fato de Jesus se referir seis vezes a esse choro em seus discursos e parábolas (Mt 8.12; 13.42, 50; 22.13; 24.51; 25.30). Em todos esses versículos, Jesus declara que na eternidade os não salvos serão jogados fora, na escuridão, na fornalha de fogo, “onde vão chorar e ranger os dentes de desespero”!
Se em nossa presente caminhada quisermos chorar menos, temos de pecar menos. Mas, se o pecador não redimido não quiser chorar para sempre na eternidade, que ele seja humilde hoje e aceite o evangelho!

:: Ultimato

Fonte: http://www.lagoinha.com/ibl-vida-crista/se-nao-escaparmos-do-pecado-nao-escaparemos-do-choro/

Quem conhece bem seus muitos erros não peca quando enumera seus poucos acertos

Em ocasiões diferentes, dois homens proclamaram diante de Deus o bom comportamento que tinham. Um deles foi mais resumido: “Ó Deus, eu te agradeço porque não sou avarento, nem desonesto, nem imoral como as outras pessoas” (Lc 18.11).
O outro foi mais detalhado: “O Senhor me recompensa porque sou honesto; ele me abençoa porque sou inocente. Eu tenho feito a vontade do Senhor e nunca cometi o pecado de abandonar o meu Deus. Eu tenho cumprido todas as suas leis e não tenho desobedecido aos seus mandamentos. O Senhor sabe que não cometi nenhuma falta e que tenho ficado longe do mal. Assim ele me recompensa porque sou honesto e porque não sou culpado de nada” (Sl 18.20-24).
A primeira palavra foi proferida por um fariseu; a segunda, pelo salmista. É para levar a sério o testemunho deles? Eles estavam falando a verdade? Foram pronunciamentos feitos com humildade, com o temor do Senhor?

Dá para desconfiar do primeiro. Principalmente porque ele viu um publicano ali perto e agradeceu a Deus por não ser igual a ele. Em segundo lugar, porque a história diz que ele voltou para casa de mãos vazias e o outro voltou para casa em paz com Deus. Em terceiro, porque se trata de um fariseu, que tinha o costume de lavar o copo só por fora e de parecer boa pessoa exteriormente, embora por dentro fosse uma pessoa cheia de mentiras e pecados (Mt 23.27-28). Até hoje, fariseu é sinônimo de hipócrita e fingido.
Quanto ao outro, seu testemunho merece confiança. Davi é uma alma descoberta. É aquele que chora publicamente: “Estou cansado de tanto chorar” (Sl 6.6). É aquele que menciona sua fragilidade publicamente: “Eu sou pobre e necessitado” (Sl 40.17). É aquele que confessa pecados publicamente: “Resolvi confessar tudo a ti, e tu perdoaste todos os meus pecados” (Sl 32.5).
Se no Salmo 18 Davi enumera suas virtudes, no Salmo seguinte ele ora: “Quem pode ver os seus próprios erros? Purifica-me, Senhor, das faltas que cometo sem perceber. Livra-me também dos pecados que cometo por vontade própria; não permitas que eles me dominem” (Sl 19.12-13). Outra coisa a favor de Davi é que ele chama Deus de sua testemunha: “O Senhor sabe que não cometi nenhuma falta e que tenho ficado longe do mal”; “Ele sabe que não sou culpado de nada” (Sl 18.23-24).
Todavia, há uma crítica a fazer. Em seu entusiasmo pela santidade, Davi se esquece daquele desagradável e odioso parêntese envolvendo seu adultério com Bate-Seba e o assassinato de Urias (2Sm 11). Ele não deveria ter escrito “não cometi nenhuma falta” no Salmo 18 nem “Tenho andado sempre nos teus caminhos e nunca me desviei deles” no Salmo 17 (verso 5). Ele poderia ter escrito que não tinha cometido delito algum “a não ser no caso de Urias”, como faz o Primeiro Livro dos Reis (15.5). A rigor, melhor seria escrever “a não ser o caso de Urias, o caso da contagem do povo (2Sm 24), o caso de meus excessos militares (1Rs 5.3) e outros casos menores”!

Davi tinha consciência de seu bom comportamento e também de seu mau comportamento: “Conheço bem os meus erros” (Sl 51.3). Quem conhece bem os seus muitos erros não peca quando enumera seus poucos acertos!
Fotos: Internet
:: Ultimato
Fonte: http://www.lagoinha.com/ibl-vida-crista/quem-conhece-bem-seus-muitos-erros-nao-peca-quando-enumera-seus-poucos-acertos/

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

NÃO ESMOREÇA...

“Não fará Deus justiça aos seus escolhidos, que a ele clamam dia e noite, embora pareça demorado em defendê-los? (Lucas 18.7)
Certa vez, nos relata o Evangelho de Lucas, Jesus contou aos seus ouvintes uma parábola sobre o dever de orar sempre e nunca esmorecer (Lc 18.1-8). O ensino foi válido para a ocasião, e continua sendo de suma importância para nós, os discípulos da atualidade. Jesus é conhecedor do interior e das intenções do coração humano. O Mestre sabia que muitos dos seus seguidores, em algum momento ou circunstância da vida orariam, orariam, orariam e, por fim, esmoreceriam. Será que isso já aconteceu com você?
Infelizmente, posso testemunhar que isso já ocorreu em minha vida. Não foi uma nem duas vezes, talvez não consiga enumerá-las, mas que aconteceu, aconteceu. Por quê? Porque permiti que a minha fé esmorecesse, que o meu racionalismo me fizesse acompanhar os ponteiros do relógio e a riscar no calendário o passar dos dias. Minha razão fez com que me esquecesse, por várias vezes, que: o tempo de Deus (kairós) é completamente diferente do tempo do homem (Chronos); a lógica humana não é compatível com a lógica divina e, principalmente, Deus não está sujeito à minha vontade e sim o contrário, pois Ele é o criador, Todo-Poderoso e não eu, ser criado e sem poder, já que o poder que tenho, por Ele me foi dado.
Quero esclarecer que o Senhor não despreza a nossa razão, pois foi Ele que nos deu a capacidade de pensar, a inteligência, inclusive para interpretar e compreender as Sagradas Escrituras, entretanto, o Pai deseja nos ajudar a desenvolver nossa capacidade e inteligência espiritual. Se a resposta às minhas orações ainda não chegaram, e estou em vida santa e obediente, não preciso ter medo, ficar aflita em minha alma ou me deixar ser conduzida pelas circunstâncias e palavras humanas. É necessário persistir.
Quando Jesus declarou na parábola encontrada no Livro de Lucas: “Não fará Deus justiça aos seus escolhidos, que a ele clamam dia e noite, embora pareça demorado em defendê-los? (Lc 18.7). O Filho de Deus, traz a nossa memória um dos atributos imutáveis do Senhor: a Justiça. O Senhor jamais deixará sem resposta uma causa dos seus Filhos que andam em retidão. Ele é a justiça e também é onisciente, sabe a hora certa e o momento correto que estaremos preparados para receber a nossa resposta.
Muitos de nós têm esse conhecimento e compreensão sobre o caráter de Deus, entretanto, nos falta o exercício da fé. A Palavra diz que: “A fé vem por ouvir a mensagem, e a mensagem é ouvida mediante a palavra de Cristo” (Rm 10.17). É necessário da minha parte o esforço, a dedicação de desenvolver essa fé e isso, amado irmão (a), tenho experimentado no meu relacionamento com o Senhor. Quando declaro versículos da Bíblia estou fortalecendo a minha fé; quando canto um louvor, estou fortalecendo a minha fé, quando me ajoelho ou me prostro diante do Senhor de olhos fechados e tenho uma conversa franca com o Pai, estou fortalecendo a minha fé. Uma fé forte não perde a intensidade, o vigor ou o ânimo não esmorece!
Para ampliar a sua compreensão sobre o exercício da fé, pense no exercício dos músculos. O seu corpo é formado por vários grupos musculares. Para fortalecê-los o que você faz? Se exercita, investe tempo e se esforça. Do contrário, permanecerão da mesma maneira. Do mesmo modo é a fé. Você a tem, ela é fruto do Espírito Santo, mas é necessário que você a exercite, senão ela diminuirá, se esfriará.
A viúva da parábola contada por Cristo, todos os dias pedia ao juiz iníquo que julgasse a causa dela. A fé daquela mulher era admirável, a Bíblia não informa, mas ela tinha um problema com outra pessoa e não devia (penso eu) ser fácil de administrar. A dificuldade estava ali, dia após dia, mas ela também estava, dia após dia, clamando pela sua resposta.
Não sei há quanto tempo você ora e pede uma ou várias respostas ao Senhor, mas peço que não desanime e exercite a sua fé. Faça do seu tempo de espera, um tempo de desenvolvimento da sua capacitação espiritual. Deus sabe a hora certa de respondê-lo e quando essa hora chegar você se alegrará não apenas por ter recebido o que aguardava, mas também pelo crescimento espiritual, resultado da sua espera no Senhor.
Fonte: http://www.lagoinha.com/ibl-vida-crista/nao-esmoreca/
BOA NOITE A TODOS E FIQUEM NA PAZ DE CRISTO JESUS!