segunda-feira, 14 de outubro de 2019

Bondade e misericórdia certamente me seguirão todos os dias da minha vida

Dwight L. Moody, um notável evangelista do século XIX, certa vez foi abordado por uma mulher que precisava de aconselhamento. Dois homens, ela alegou, a estavam seguindo. Sempre que ela tomava o trólebus na cidade, eles o tomavam atrás dela. Quando ela saia, eles saíam. Com uma contração nervosa no pescoço, ela insistia em que havia sido seguida até o escritório de Moody por esses mesmos dois homens.
Moody poderia facilmente detectar que essa preciosa mulher estava sofrendo de uma ilusão mental. Não havia ninguém seguindo-a. Mas para deixá-la à vontade, ele disse a ela: “Aqueles dois homens que estão te seguindo são os homens de Davi. Seus nomes são Bondade e Misericórdia”. Ele abriu a sua Bíblia no o Salmo 23. 6 e mostrou-lhe: “Bondade e misericórdia certamente me seguirão todos os dias da minha vida”. Ela ficou aliviada e exclamou: “Isso é maravilhoso. Sempre me perguntei quais seriam seus nomes”.  A mulher saiu naquele dia com paz de espírito, consolada por saber que era bondade e misericórdia que a seguiam.

Como crentes em Jesus Cristo, você e eu também precisamos confiar que a bondade e a misericórdia de Deus estão nos seguindo a cada passo. Precisamos estar igualmente confiantes e confortados, acreditando que todos os dias de nossas vidas, esses dois amigos de Davi estão conosco em cada passo da jornada da vida.
No Salmo 23, aprendemos que existe uma relação próxima e inseparável entre o Bom Pastor e suas ovelhas. Um laço inquebrável os une como um. O versículo 6 reforça essa verdade e a torna bem clara. David começa este versículo sublinhando a certeza dessa união indissolúvel. Essa realidade é vista na palavra, “certamente”. Não deve haver dúvida de que o que é dito aqui é para ser crido com uma certeza inabalável. Não importa quão escuro seja o vale, independentemente de quão profundo seja o cânion, certamente essa bondade e misericórdia pertencem às ovelhas. A presença próxima do Pastor com seu amoroso cuidado é uma verdade indiscutível. Sua preocupação nunca deve ser posta em dúvida, nem seu cuidado questionado. Com a certeza do amor da aliança irrevogável de Deus, sua bondade abundante está firmemente comprometida com seu rebanho.
Quando Davi testifica que a “bondade” o seguirá, ele usa uma palavra hebraica que, como um adjetivo, significa “bela” ou “agradável”. Ela representa a forma atraente com a qual Deus mostra seu amor por suas ovelhas. Deus é perfeitamente bom em seu caráter e perfeitamente bom em todas as suas ações. Portanto, Ele só pode fazer bem ao seu amado rebanho. Isso é demonstrado em seu cuidado atento em relação às suas muitas necessidades.
Davi também afirma que a “misericórdia” o segue. Este é o amor incondicional do Bom Pastor para com aqueles que o Pai escolheu e confiou a ele. Ele os ama com seu amor soberano que nunca pode ser extinto. Mesmo quando somos infiéis, Ele permanece fiel a nós.
O verbo hebraico traduzido por “seguirão” retrata essas duas virtudes – bondade e misericórdia – como ativamente acompanhando Davi. Pode-se dizer que esses componentes gêmeos do amor divino são como dois cães pastores que ajudam o pastor a cercar seu rebanho. Eles cercam o rebanho para orientá-los na direção certa. Quando as ovelhas se desviam, esses pastores as trazem de volta. Quando desaceleramos, eles nos estimulam. Então é com bondade e misericórdia que eles puxam a retaguarda. Eles estão constantemente nos aproximando do Bom Pastor.

Essa perseguição pode lembrar os dias de fuga de Davi de Absalão. Davi está testificando que, quaisquer que sejam as ameaças que o perseguiam, sempre havia um perseguidor maior – bondade e misericórdia. Embora ele tenha sido perseguido por aqueles que procuravam prejudicá-lo, ele permanecia confiante de que esse amor divino iria perseguir cada passo dele. Ele estava convencido de que o amor divino estaria com ele até o fim.
Aqui está a firmeza do Pastor em guardar suas ovelhas. Mesmo quando David se viu em situações de risco de vida, a bondade de Deus estava logo atrás. Qualquer que fosse a provação, sua bondade amorosa constantemente o seguia.
Quando Davi afirma que essas bênçãos duplas “me” seguirão, ele está enfatizando como elas são pessoais para ele. O ponto é que esse cuidado divino não é direcionado a um grupo anônimo de ovelhas sem nome de uma maneira geral e não específica. Pelo contrário, Davi sabe que o foco de Deus está voltado para ele como uma ovelha individual chamada pelo nome.
Esse amor inabalável perseguiria Davi “todos os dias da sua vida”. Não haveria um único dia em que esse fiel favor não ficaria próximo a ele. Essas duas partes do amor de Deus estariam beliscando seus calcanhares o dia todo, todos os dias, pelo resto de sua vida. Nunca haveria um dia em que a bondade e a misericórdia do Senhor não estariam imediatamente próximas. Nós nunca podemos escapar do amor leal deste bom Pastor.
Tradução: Paulo Reiss Junior.
Revisão: Filipe Castelo Branco.

segunda-feira, 23 de setembro de 2019

Fala Comigo






A Loucura da Cruz para a Salvação

O trecho abaixo foi extraído do livro Boas Novas, de John MacArthur.
Sem ajuda, e sem ser iluminado, o pecador em sua condição natural e sem o evangelho jamais encontrará seu caminho para Deus. Na verdade, ele nem estará em busca desse caminho. “O homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque lhe são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente” (1 Coríntios 2.14). Ele está morto e cego, espiritualmente falando, sem esperança de encontrar, por si só, a Deus.
Mas mesmo quando pecadores estão diante da apresentação do evangelho da cruz, eles a rejeitam. 1 Coríntios 1.18 declara: “Certamente, a palavra da cruz é loucura para os que se perdem”. Mesmo quando se mostra ao pecador o único caminho da salvação, ele o ignora e rejeita. Por outro lado, 1 Coríntios 1.18 prossegue dizendo: “Mas para nós, que somos salvos, poder de Deus”. A suposta sabedoria humana – aquilo que a teologia natural nos diz que levará o homem a Deus – força-o a rejeitar a mensagem da cruz e o único poder que existe que pode salvá-lo.
E o que Deus pensa da sabedoria humana? Paulo continua em 1 Coríntios 1.19-20:
Pois está escrito:
“Destruirei a sabedoria dos sábios e aniquilarei a inteligência dos instruídos.
Onde está o sábio? Onde, o escriba? Onde, o inquiridor deste século? Porventura, não tornou Deus louca a sabedoria do mundo?”

Em outras palavras, reúna as melhores mentes, os comunicadores mais bem articulados, os melhores debatedores – deem-me a elite, e eu lhe mostrarei um grupo de tolos. Em Atos 17, Paulo está em Atenas, e o texto bíblico relata: “…seu espírito se revoltava em face da idolatria dominante na cidade” (Atos 17.16). No Areópago – o local de encontro dos filósofos e intelectuais da época – Paulo ousadamente confrontou a risível ignorância deles e proclamou a única mensagem pela qual poderiam ser salvos.
“Senhores atenienses! Em tudo vos vejo acentuadamente religiosos; porque, passando e observando os objetos de vosso culto, encontrei também um altar no qual está inscrito: Ao Deus Desconhecido. Pois esse que adorais sem conhecer é precisamente aquele que eu vos anuncio. O Deus que fez o mundo e tudo o que nele existe, sendo ele Senhor do céu e da terra, não habita em santuários feitos por mãos humanas. Nem é servido por mãos humanas, como se de alguma coisa precisasse; pois ele mesmo é quem a todos dá vida, respiração e tudo mais; de um só fez toda a raça humana para habitar sobre toda a face da terra, havendo fixado os tempos previamente estabelecidos e os limites da sua habitação; para buscarem a Deus se, porventura, tateando, o possam achar, bem que não está longe de cada um de nós; pois nele vivemos, e nos movemos, e existimos, como alguns dos vossos poetas têm dito: Porque dele também somos geração. Sendo, pois, geração de Deus, não devemos pensar que a divindade é semelhante ao ouro, à prata ou à pedra, trabalhados pela arte e imaginação do homem. Ora, não levou Deus em conta os tempos da ignorância; agora, porém, notifica aos homens que todos, em toda parte, se arrependam; porquanto estabeleceu um dia em que há de julgar o mundo com justiça, por meio de um varão que destinou e acreditou diante de todos, ressuscitando-o dentre os mortos (Atos 17.22-31).

Aquelas eram, quem sabe, as mentes mais argutas do mundo naquela época, e o melhor que conseguiam fazer era colocar uma placa para servir de rede de segurança para quaisquer divindades que tivessem esquecido. Talvez isso seja o melhor a se esperar da teologia natural – a sensação de culpa de ter esquecido do verdadeiro Deus do universo.
Voltando a 1 Coríntios 1, indo ao clímax do texto, lemos no versículo 21: “Visto como, na sabedoria de Deus, o mundo não o conheceu por sua própria sabedoria, aprouve a Deus salvar os que creem pela loucura da pregação. Com efeito, essa é a Grande Comissão em outras palavras. A única esperança de salvação vem através da pregação da cruz. Paulo reconhece que tal mensagem é escândalo para os judeus e pura estupidez para os gentios (1 Coríntios 1.23), no que ele está certo. A partir da perspectiva humana, crer que a morte horrenda e humilhante de um carpinteiro judeu há mais de dois mil anos traz qualquer impacto à vida moderna – quanto mais oferecer alguma espécie de sacrifício substitutivo por nossos pecados – soa como maluquice. Mas conforme Pedro audaciosamente exclamou aos sacerdotes e líderes de Israel, “E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos” (Atos 4.12).
E por que a salvação se encontra apenas e tão somente em Cristo? Paulo fornece a resposta em 1 Coríntios 1.29-31: “A fim de que ninguém se vanglorie na presença de Deus. Mas vós sois dele, em Cristo Jesus, o qual se nos tornou, da parte de Deus, sabedoria, e justiça, e santificação, e redenção, para que, como está escrito: Aquele que se gloria, glorie-se no Senhor”. Em última análise, o evangelho não existe para o orgulhoso, para o arrogante, ou para aqueles que acham que chegam a Deus por seus próprios esforços. Deus intencionalmente se utiliza de uma mensagem louca para nos humilhar e para assegurar que ninguém possa se vangloriar de sua inteligência. Ele escolheu a cruz para sufocar qualquer inclinação nossa de pensar que chegamos a ele por mérito próprio. Toda a glória deve ser dada a Deus.

quinta-feira, 19 de setembro de 2019

Aviva-nos / A Terra Clama


















Um Clamor pela Intervenção Divina

“Já é tempo, Senhor, para intervires, pois, a tua lei está sendo violada” (Sl 119.126).
O salmista olha para o seu tempo e vê que a lei de Deus está sendo violada. O quadro sombrio da transgressão impulsiona-o a clamar por uma intervenção divina. Ainda hoje a lei de Deus continua sendo violada. Senão vejamos:

Em primeiro lugar, os homens têm se prostrado diante de outros deuses (Ex 20.3). O Deus da redenção (Ex 20.1,2) não tolera que outros deuses sejam colocados diante Dele. Só o Senhor é digno de adoração, pois só ele é Deus. Adorar outros deuses é trocar a fonte das águas vivas, por uma cisterna rota que não retém as águas.
Em segundo lugar, os homens têm feito e se prostrado diante de imagens de escultura (Ex 20.4-6). Deus proíbe em sua Palavra tanto o fazer imagens de escultura como adorar essas imagens. Idolatria é um pecado que ofende a Deus e provoca a sua ira, pois perverte o sentido da verdadeira adoração. Deus é espírito e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade.
Em terceiro lugar, os homens têm tomado o nome do Senhor Deus em vão (Ex 20.7). Muitos programas humorísticos e piadas jocosas usam o nome de Deus em vão, escarnecendo de sua santidade. Conversas indecorosas e xingamentos ofensivos usam o nome de Deus em vão e blasfemam daquele que é superlativamente santo.
Em quarto lugar, os homens têm deixado de guardar o dia do Senhor (Ex 20.8-11). O sábado foi separado por Deus como o dia de descanso. O mesmo Deus que instituiu o trabalho, também estabeleceu o descanso. O descanso tem o propósito de nos levar ao reconhecimento de que tudo vem de Deus e devemos encontrar nosso maior deleite nele. O sábado apontava para o pleno descanso que temos em Cristo. Hoje observamos o Dia do Senhor, o dia de sua gloriosa vitória sobre a morte.
Em quinto lugar, os homens têm desonrado pai e mãe (Ex 20.12). A desobediência aos pais é um sinal da decadência da sociedade. Honrar pai e mãe é uma atitude esperada em todas as culturas, em todos os tempos. Desonrar pai e mãe, rejeitando sua autoridade, é o mesmo que rejeitar a própria autoridade de Deus. Insurgir-se contra os pais é atentar contra a própria autoridade de Deus delegada a eles.
Em sexto lugar, os homens têm atentado contra o próximo para tirar-lhe a vida (Ex 20.13). Não temos o direito de tirar a vida do próximo, pois só Deus pode dar a vida e tirar a vida. A vida tem sido banalizada. Nossas cidades têm se transformado em campos de sangue. Homens perversos tiram a vida do próximo por razões fúteis. A terra tem sido encharcada de sangue. A violência campeia nos lares, nas ruas, nas cidades. As guerras sangrentas espalham a violência.
Em sétimo lugar, os homens têm atacado a santidade do casamento (Ex 20.14). Vivemos no meio de uma geração adúltera e perversa que ataca a honra do próximo. A infidelidade conjugal é uma tragédia. Cresce espantosamente o índice de divórcios motivados pelo adultério. A falta de decoro e pudor é uma marca dessa geração rendida ao prazer imediato.
Em oitavo lugar, os homens têm desrespeitado a propriedade privada (Ex 20.15). Os homens atacam não apenas a vida e a honra do próximo, mas também, seus bens. O furto é uma apropriação indébita. É tomar posse pela força ou furtivamente de algo que não nos pertence. O furto é uma violação do direito de propriedade.
Em nono lugar, os homens têm conspirado contra o nome do próximo (Ex 20.16). O atentado contra a vida, a honra e os bens, agora, ganha um novo contorno, ou seja, o atentado contra o nome do próximo. O maior patrimônio que um indivíduo tem é o seu nome. Falso testemunho é desconstruir o bom nome de uma pessoa, com falsas acusações.

Em décimo lugar, os homens têm cobiçado o que não lhes pertence (Ex 20.17). Os nove primeiros mandamentos tratam de transgressões objetivas que podem ser vistas e julgadas por qualquer tribunal humano, mas o décimo mandamento enfatiza o pecado da cobiça, que é subjetivo, e somente Deus pode ver e julgar. Porque a lei de Deus tem sido violada, precisamos, à semelhança do salmista, clamar por uma intervenção divina!
:: Hernandes Dias Lopes

quinta-feira, 29 de agosto de 2019

Sião...

Sempre foi entre você e Deus


“[…] Abel tornou-se pastor de ovelhas, e Caim, agricultor. Passado algum tempo, Caim trouxe do fruto da terra uma oferta ao Senhor. Abel, por sua vez, trouxe as partes gordas das primeiras crias do seu rebanho. O Senhor aceitou com agrado Abel e sua oferta, mas não aceitou Caim e sua oferta. Por isso Caim se enfureceu e o seu rosto se transtornou” (Gênesis 4.2-5).
Você lembra como foi a escolha da sua profissão? A escolha foi por necessidade, habilidades ou imposição de alguém? Você é feliz no que faz? Você tem prazer em sair de casa para trabalhar? Ou em ficar em casa para trabalhar? Dá o seu melhor ou só reclama do que poderia ter sido? Parece bobagem, mas essa reflexão faz toda a diferença na maneira como você vê o agir de Deus na sua área profissional e como você “trata” seu salário. A atitude de Caim nos ensina sobre isso!

Se não há motivos para bendizer sua atividade laboral, também não deve haver motivos para agradecer o fruto do seu “penoso trabalho”. Se você considera seu trabalho ruim, só chegou a essa conclusão comparando-o com o trabalho de alguém. Num mundo onde a imagem é importante, não é de estranhar que vejamos o jardim do vizinho sempre mais verde, ainda que nossas flores chamem atenção de todo o bairro.
Se você considera seu trabalho mediano ou excelente, isso também é fruto de comparação. Somos seres em constante processo de comparação, por esse motivo, dores, invejas, angústias, arrogância, altivez e muitas outras mazelas humanas são afloradas nesse processo.
Se existe uma área em que Deus nos iguala, a despeito de todas as nossas diferenças, é na área financeira. O dízimo representa a décima parte do rendimento do milionário assim como do assalariado. Se você concorda ou não, acha justo ou não, também é uma questão de comparação.
“Uma vez que vocês chamam Pai Àquele que julga imparcialmente as obras de cada um, portem-se com temor durante a jornada terrena de vocês. Pois vocês sabem que não foi por meio de coisas perecíveis como prata ou ouro que vocês foram redimidos da sua maneira vazia de viver, transmitida por seus antepassados, mas pelo precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro sem mancha e sem defeito” (1 Pedro ‪1.17-19‬).
Assim, se dinheiro é importante, o dizimar pesa; se o trabalho é ruim, o devolver em gratidão pesa; se a igreja tem muitos membros ricos, o ofertar pesa; se as finanças vão mal, o doar pesa… Para cada desculpa, um peso, uma fúria e um rosto transformado como o de Caim.
A designação divina nunca objetivou entristecer alguém por causa de outrem. O fato de contribuir mais ou menos de acordo com nossa renda está relacionado às contribuições via oferta voluntária e não ao dízimo. Obediência, satisfação, generosidade, gratidão não dizem respeito à comparação entre pessoas e, sim, ao seu comportamento e ao seu sentimento diante de uma ordenança bíblica.

O preço da inveja por causa da comparação é muito alto. Lúcifer teve inveja de Deus, Caim teve inveja de Abel, Sara teve inveja de Hagar, Saul teve inveja de Davi, Davi teve inveja de Urias… Todos se deram mal em suas escolhas. Não entristeça o coração ao se comparar com seu irmão. Faça o seu melhor, seja grato e desfrute do agrado de Deus como Abel.
:: Kilvia Mesquit

sábado, 1 de junho de 2019

O que acontece quando os muçulmanos encontram Jesus?

Ainda que a igreja esteja sendo atacada no Oriente Médio, Jesus tem transformado a vida de muitos muçulmanos

A perseguição religiosa coloca a igreja do Oriente Médio sob constantes e mortais ataques. O lugar onde a igreja de Cristo oficialmente começou (Atos 11.26) é o mesmo lugar onde ela tem sido sistematicamente atacada por crenças e militantes extremistas. Mas este é o único tipo de igreja dessa região?
Sara* se converteu do islamismo ao cristianismo no Oriente Médio. Ela afirma que quando era muçulmana, orava cinco vezes por dia a um deus que a aterrorizava. Mas quando ela encontrou Jesus, o Deus da graça que a ama incondicionalmente, ela passou a orar dez vezes por dia.
O que acontece quando os muçulmanos descobrem Jesus? Esta resposta é muito simples. Os muçulmanos são apaixonados por Deus. Então, o que acontece quando as pessoas que passam a vida buscando Deus, encontram Jesus, o Filho de Deus, que se aproxima de nós, e cuja morte e ressurreição oferece liberdade? Como é esta igreja?
Essa é uma igreja que levará a sua ideia de cristianismo aos limites. Porque essas pessoas colocavam um tapete no chão, de frente para Jerusalém, ajoelhavam-se e oravam religiosamente cinco vezes por dia. Agora, essas mesmas pessoas aprendem sobre as Escrituras, jejuam durante um mês inteiro em busca de Jesus e são evangelistas ousadas e apaixonadas sem extremismo.
A igreja no Oriente Médio está sob ataque. Mas também há uma igreja em ascensão. É por isso que cristãos como Sara, Ibrahim*, Alim* e tantos outros enfrentam a perseguição, mas não negam sua fé em Jesus. Eles vivem no limite da confiança e da esperança de que, mesmo que a vida acabe aqui em um ataque, por meio de Cristo temos uma vida eterna com Deus.



Pedidos de oração
  • Continue intercedendo pela igreja no Oriente Médio. Nossos irmãos precisam do nosso suporte constante em oração.
  • Peça que Deus fortaleça a fé de nossos irmãos na Arábia Saudita, Bahrein, Chipre, Egito (Península do Sinai), Emirados Árabes Unidos, Iêmen, Israel, Irã, Iraque, Jordânia, Kuwait, Líbano, Estado da Palestina, Omã, Qatar, Síria e Turquia, países que compõem o Oriente Médio.
  • Ore para que cada vez mais muçulmanos tenham um encontro com Jesus, e sejam libertos de todo desejo extremista.

*Nomes alterados por segurança.

terça-feira, 14 de maio de 2019

SÓ QUERO A TI JESUS...





JUNTAMENTE COM OS CÉUS, DECLARAMOS QUE JESUS É NOSSO REI SALVADOR O AMOR QUE NOS RESGATOU, SEJAS TU ONDE FORES EDIFICADO E APROXIMADO DA DA PRESENÇA PROTETORA, FORTALECEDORA E DOCE DE JESUS NESTA CANÇÃO...



TOGETHER WITH THE HEAVENS, WE DECLARE THAT JESUS IS OUR SAVIOR KINGDOM THE LOVE THAT RESCUED US, BE WHERE YOU ARE BUILT AND APPROXIMATELY OF THE PROTECTIVE, STRENGTHENING AND SWEET PRESENCE OF JESUS IN THIS SONG ...



sexta-feira, 26 de abril de 2019

POR QUE JESUS DOBROU O LENÇO?


O LENÇO DOBRADO (João 20:7)
Por que Jesus dobrou o lenço que cobria sua cabeça no sepulcro depois de sua ressurreição?

Poucas pessoas nunca haviam detido a atenção a esse detalhe.
Em João 20:7 - nos diz que o lenço que fora colocado sobre a face de Jesus, não foi apenas deixado de lado, como os lençóis no túmulo.
A Bíblia reserva um versículo inteiro para nos dizer que o lenço foi dobrado cuidadosamente e colocado na cabeceira do túmulo de pedra.




Bem cedo, na manhã de domingo, Maria Madalena foi à tumba e descobriu que a pedra da entrada havia sido removida.
Ela correu ao encontro de Simão Pedro e outro discípulo... aquele que Jesus tanto amara {João}
e disse-lhe:

- "Tiraram o corpo do Senhor e eu não sei para onde o levaram."
Pedro e o outro discípulo correram ao túmulo para ver...
O outro discípulo passou à frente de Pedro e lá chegou primeiro.
Ele parou e observou os lençóis, mas ele não entrou no túmulo.
Simão Pedro chegou e entrou. Ele também notou os lençóis ali deixados, enquanto que o lenço que cobrira a face de Jesus estava dobrado, e colocado em outro lado.
Isto é importante? Definitivamente sim!
Isto é significante? Certamente que sim!



Para poder entender a significância do
lenço dobrado se faz necessário que entendamos um pouco a respeito da
tradição Hebraica daquela época.
O lenço dobrado tem que a ver com o "senhor e o servo", e todo menino Judeu conhecia essa tradição.
Quando o servo colocava a mesa de jantar, ele buscava ter certeza em fazê-lo exatamente da maneira que seu senhor queria. A mesa era colocada perfeitamente, e o servo esperava, fora da visão dele, até que o mesmo terminasse a refeição.
O servo não podia se atrever nunca, a tocar na mesa antes que o seu senhor tivesse terminado a sua refeição.
Diz a tradição que: ao terminar a refeição, o senhor se levantava, limpava os dedos, a boca e sua barba, e embolava o lenço e o jogava sobre a mesa.
Naquele tempo o lenço embolado queria dizer:

"Eu terminei."
No entanto, se o senhor se levantasse e deixasse o lenço DOBRADO ao lado do prato, o servo jamais ousaria tocar na mesa porque o lenço dobrado queria dizer:
*"Eu voltarei!"*



terça-feira, 9 de abril de 2019

THY WORD



OUÇAM ESTE LINDO CÂNTICO:
HEAR THIS CUTE SONG:




Tua Palavra

Tua palavra é lâmpada sobre meus pés
e uma luz sobre meu caminho
Tua palavra é uma lampada sobre meus pés
                                                       e uma luz sobre o meu caminho

Quando eu sinto medo,
e penso que perdi o caminho
Ainda assim, tu estás ao meu lado.
Nada eu temerei
enquanto tu estiveres perto
Por favor, esteja perto de mim até o fim.

Tua palavra é uma lâmpada sobre meus pés
e uma luz sobre meu caminho
Tua palavra é uma lâmpada sobre meus pés
                                                 e uma luz sobre o meu caminho

Eu nunca esquecerei
Teu amor por mim e ainda,
meu coração para sempre será errante.
                Jesus seja meu guia,
e me segure ao teu lado
e eu Te amarei até o fim.

Nada eu temerei
Enquanto tu estiveres perto
Por favor, esteja perto de mim até o fim

Tua palavra é uma lâmpada sobre meus pés
e uma luz sobre meu caminho
Tua Palavra é uma lâmpada sobre meus pés
                      e uma luz sobre meu caminho
e uma luz sobre meu caminho
                                                    Tu é a luz sobre meu caminho

segunda-feira, 1 de abril de 2019

A Suprema Importância da Palavra de Deus

“Guardo no coração a Tua palavra, para não pecar contra Ti” (Sl 119.11).
A palavra de Deus é nosso mais precioso tesouro. É melhor do que muito ouro depurado. Não podemos tratá-la com descaso nem trocá-la por outros valores, por mais excelentes que sejam. Davi, no texto em epígrafe, ensina-nos três verdades preciosas que vamos, aqui, destacar:
Em primeiro lugar, devemos guardar a melhor coisa. Davi é um rei. Tem muitos bens e rico patrimônio. Em sua casa há muitas riquezas. Em seu reino, muitos tesouros. Pedras preciosas chegam para ele de diversos lugares do mundo. Vive cercado de pompa e luxo. Porém nenhum tesouro ocupou lugar tão alto em sua vida como a Palavra de Deus. Não foram as riquezas dos homens que conquistaram seu coração. Não foi ouro nem prata que armazenou como seu valor mais estimado. Davi guardou a melhor coisa, a Palavra de Deus. Essa foi sua verdadeira poupança. Seu melhor investimento. Seu mais valioso tesouro. Oh, como nós precisamos redescobrir o valor da Palavra de Deus! Como precisamos amá-la! Como precisamos tê-la em alta estima! Ela deve ser lâmpada para nossos pés. Deve ser mapa para nossa jornada. Deve ser mel em nossa boca e alimento sólido para nos sustentar. Em vez de guardar os tesouros perecíveis, devemos guardar essa riqueza incomparável. Ela restaura a alma, ilumina os olhos e alegra o coração.

Em segundo lugar, devemos guardar a melhor coisa no melhor lugar. Davi resolveu guardar a Palavra de Deus não numa prateleira de cedro nem num móvel importado. Não a escondeu num cofre fechado a sete chaves. Guardou-a em seu coração. Internalizou-a, nela meditando de dia e de noite. A Palavra foi seu deleite. Seu maior prazer. Desse baú divino, ele tirou coisas novas e velhas. Dali saia sua motivação para uma vida de obediência. Por causa dessa Palavra, afastou seus pés do conselho dos ímpios, do caminho dos pecadores e da roda dos escarnecedores. Essa Palavra conduziu-o pelas veredas da justiça. Por meia dela conheceu Jeová como seu pastor. Essa Palavra trouxe-lhe consolo e segurança, quando cruzou os vales da sombra da morte. Por meia dela alimentou sua alma, com provisões ricas, pois a Palavra é uma mesa farta no deserto. Oh, que o nosso coração seja um depósito para esse mais valioso tesouro! Em vez de esquecê-la, devemos tê-la bem perto das nossas mãos, junto aos nossos olhos, entronizada em nosso coração. Em vez de substituí-la pelo farelo dos prazeres efêmeros, devemos encontrar nela real prazer. Em vez de guardar riquezas terrenas e bens que serão consumidos pelo fogo, devemos guardá-la com máxima presteza no lugar mais seguro deste mundo, o nosso coração.

Em terceiro lugar, devemos guardar a melhor coisa, no melhor lugar, com o melhor propósito. O propósito de Davi ao guardar a Palavra de Deus em seu coração era não pecar contra Deus. A Palavra de Deus é um freio moral que livra os nossos pés da queda. Dwight Moody escreveu na capa de sua Bíblia: “Este livro afastará você do pecado ou o pecado afastará você deste livro”. A maneira de um jovem guardar puro o seu coração é observando tudo conforme a Palavra de Deus. A maneira de um crente ser santo é ser santificado pela Palavra. Ela é como água que nos limpa. É como fogo que queima nossas escórias. É como martelo que esmiúça as resistências do nosso coração. Quanto mais cheios da Palavra, mais vazios da vaidade. Quanto mais plenos das verdades eternas, mais desapegados seremos das coisas aqui de baixo. Quanto mais espaço tiver a Palavra em nosso coração, menos domínio o pecado terá sobre nós. A Palavra de Deus é meio de graça e ferramenta poderosa para nossa santificação. Quanto mais a lemos, mais ela nos examina. Quanto mais mergulhamos nela, mais ela nos perscruta. Quanto mais guardamos a Palavra, mais guardados nós somos do mal.
:: Hernandes Dias Lopes